Pular para o conteúdo principal

BELÉM 500 ANOS




Vim do futuro... 

Passaram-se mais 100 anos e o país ainda não conheceu a nossa cidade. Aliás, antes de conhecer, precisam merecer Belém do Pará. Mas, no momento da grande borroca (buraco) que é o Brasil, não estão nem no "7"...quanto mais no "Castro" e "21".

É muita arte, cultura e culinária para uma cidade só. 

Diga pra mim, em qual lugar do mundo é possível madrugar ouvindo rock and roll e depois amanhecer se "abicorando" no café com tapioca quentinha do Ver-o-Peso ao som de Carimbó, Guitarrada e Bregaço?

Seria Londres, com seus descolados Pub's? Quem sabe Veneza, com seus românticos canais de água corrente? Ah, já sei...alguma cidade Americana como Los Angeles ou Nova Iorque, cheias de astros do cinema?


Not! Non! Não!


Essa pavulagem toda é só aqui mesmo, mano.


O tempero da "Cidade das Mangueiras" fica por conta dos sabores e cheiros de um povo que compõe esse caldeirão de ervas e ingredientes. 

Se você, gente estrangeira, vier visitar Belém e se espantar com toda a nossa energia e fervor, fica tranquilo que a explicação está na "água que bebemos", no caso, o nosso açaí. 
Ah, mas o açaí na essência, e não aquele com granola e Leite Ninho de vocês.

Em Belém todo mundo se conhece, ou conhece alguém que conhece alguém.

Somos todos uma grande família - da galera do Super Pop à galera do Mormaço; da galera que volta das festas no seu carro à galera que pega a van pra Icoaraci; da galera do sorvete na Cairu à galera do chopp e laranjinha; da galera Azul Celeste à galera Azul Marinho.

Assim como o seu povo, Belém também é intensa. Quando dá jambo, dá jambo pra caramba. Quando chove, chove pra caramba. Quando esquenta...égua, esquenta mesmo, de rocha!

Psiu...


Ei, índia-morena, gostosa, das mangas fartas e chuvas abundantes, "eu prometo te amar eternamente e quero viver a vida inteira ao teu lado". Nem precisa pedir.

TE AMO, Santa Maria de Belém do Grão Pará.




Cleydson Ramones




- 





Postagens mais visitadas deste blog

CARTA ABERTA A ZENALDO

Belém, 27 de novembro de 2016.
Caro Prefeito,

Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Zenada! Zenada! Zenada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! 
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nariz de Palhaço!!! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! 
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! 
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nanismo Político!!! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nada! Nada! Nada! Nada! Nada! Nada!
Nad…

8 DE MARÇO

Ah, se as mulheres...

Soubessem como é bom encontrá-las despenteadas, como ficam provocantes andando descalças pela casa e que não precisam fingir dor de cabeça.

Soubessem que o mais simples vestido em seu corpo se torna deslumbrante, que muita maquiagem esconde a essência e que versões editadas são chatas.

As, se as mulheres...

Soubessem como é hipnotizante vê-las lambendo os dedos após comer algo, como é gostoso apertar aquela carninha sobrando em seu cintura e que o natural também nos comove. 

Soubessem que apenas um sorriso seu é mais valioso que mil DR's de mil horas, como ficam atraentes quando usam um de nossos blusões e que as vezes menos é mais.

Ah, se as mulheres...

Soubessem como são sensuais ao ficarem na pontinha do pé para pegar a lata de ervilha em cima do armário. Soubessem como o perfume que exala diretamente de seus poros nos embriaga. Soubessem que elas por si só já nos fascinam.

Ah, se as mulheres soubessem. 



( Cleydson Ramones )





MINHA PUTA LITERÁRIA

Cada trecho escrito, um gemido
Cada letra no papel, um sussurro

Vontade de ir mais fundo,
até a última linha
De lhe tirar o fôlego, as palavras
De fazê-la provar cada gota da caneta
De usar suas costas feito um papel, 
e assinar o meu nome

Minha
Ela gosta de ouvir - minha
"Repete, por favor" - minha

A escrita relembrando nossas transas
é um momento de suspiro,
de gozo
Uma mão no lápis,
a outra na imaginação
E o seu corpo nu na cama
é como um livro aberto
na minha página favorita

Minha
Quero ouvir a tua voz - "sua"
Repete, gemendo - "sua".



( Cleydson Ramones )